1coríntios 1:18 Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

TRAGÉDIA e ACIDENTE: gente ficou ferida e outros morreram!



Uma tragédia acontecera. Pilatos misturara o sangue de alguns Galileus com o sangue dos sacrifícios que eles ofereciam em seu culto fora de lugar, fora do Templo de Jerusalém.

Outra tragédia aconteceu logo depois. A torre do Tanque de Siloé desabou e matou as 18 pessoas que lá estavam.

Jesus estava andando pelo país...

Então, chegaram as notícias.

“O Senhor soube? Soube o que Pilatos fez? Soube o que houve com os crentes na torre que caiu?”

Eles queriam um juízo, uma explicação, uma condenação, uma lógica moral. Afinal, esse negócio de tragédia — pensam os crentes —, é coisa para descrente e para crente em pecado; pois, a teologia dos crentes sempre foi a dos “amigos de Jó”: tragédia é o fruto do pecado; e é sempre juízo de Deus contra o pecador.

Sim! Desse modo pensam sempre os crentes, exceto quando a casa que cai é a deles!

Mas quando a casa cai e a residência é a do descrente ou a do crente “desviado ou em pecado”, então, está tudo explicado!

Jesus, porém, ouviu as insinuações que as “questões” induziam ao pensar, e, sem falar delas, apenas disse:

“Vocês pensam que os Galileus da tragédia eram mais pecadores do que os demais Galileus que não morreram? Ou que aqueles 18 sobre os quais a torre caiu eram mais pecadores do que os demais habitantes de Jerusalém? Em verdade eu digo a vocês não eram. Mas se vocês não se arrependerem, todos igualmente perecerão”.

Para Jesus telhados que caem são apenas telhados que caem; e podem cair sobre a cabeça de qualquer um. Para cair, basta estar no alto, e, para matar, basta que haja gente em baixo.

No entanto, sabendo como os “crentes das noticias de tragédias” são como pessoas, Jesus apenas disse:

Não é o modo da morte que conta. É o modo da vida que conta. Se vocês continuarem a viver assim, morrendo, sem Deus, porém cheios de religião, ainda que vocês morram de velhos, todos, todavia, independentemente do modo da morte, perecereis para a eternidade; posto que cuidaram apenas de julgarem os mortos, e não aprenderam a viver a vida dos vivos!

Não importa o modo da morte. Importa sim o modo da vida; pois, se não mudarmos de mente, todos, igualmente, veremos não um céu de gesso, como o da Renascer, cair na nossa cabeça, mas veremos os céus mesmo, desabando sobre nós e sobre nossas incuráveis arrogâncias.

Oro por todos. Por todos mesmo: os acidentados, os feridos, os enlutados, os aflitos...

Oro também para que, não pelo telhado ou pelas mortes, mas pela vida, que os responsáveis espirituais por este povo agora ainda mais perdido e confuso convertam-se à vida que é; e que não é como eles ensinam ao povo que seja; e a prova disso é que os telhados caem e não há ninguém que possa decretar ao contrário.

O convite de Jesus não é para que se pondere sobre as tragédias, mas sim sobre a vida que nunca é trágica, mesmo quando as tragédias se abatem sobre ela.

Sim! Tal vida não julga a Graça de Deus por dinheiro, prosperidade ou sucesso humano; mas, exclusivamente, pelo testemunho de coerência com o Evangelho, ainda que se esteja morrendo a morte mais louca e insana, como a de João Batista, cuja cabeça foi servida em um prato a fim de que Herodes fizesse a corte de uma jovem que ele desejava ‘comer’ como quem come um pedaço de picanha.

Silêncio! O Senhor está no Seu Santo Templo! Cale-se diante Dele toda a Terra!


Nele,


Caio
19 de janeiro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF

domingo, 11 de janeiro de 2009


OS SERES HUMANOS E ZEUS

Diz-se que os animais foram os primeiros a serem feitos.

Uns se viram dotados pelo dom de força, outros de velocidade, outros ainda de um par de asas.

O homem, que permanecia nu, disse ao deus: Só eu não fui aquinhoado com nada.

Mas Zeus lhe respondeu: Não te dás conta do presente que te dei?

No entanto, foste tu que recebeste o mais belo.

Recebeste a razão, cujo poder é grande entre os deuses e os homens: quem pode mais e quem é mais rápido?

Reconhecendo que se tratava de um belo presente, o homem se inclinou e se afastou agradecido.

O deus honrou todos os homens dando-lhes a razão: mas alguns não se dão conta da honra
que lhes foi concedida e preferem invejar os animais que não têm razão nem sentimento.

O legendário Esopo, a mais de dois mil anos, um personagem quase mítico do século VI
a.c, enche nosso imaginário com fábulas brilhantes.

Nesta fábula, o sábio nos guia, por ambos caminhos com discernimento
para encontrar a razão pela qual viver?

O mundo continua a conviver com as vicissitudes econômica e sócias que tanta assolam os menos favorecidos.

O ser humano vive hoje, consciente ou inconscientemente, o drama do absenteísmo moral e
ético em não favorecer o que é justo e legal, satisfazendo em primeira instância o seu próprio
eu, estagnando assim a ordem e o progresso,que deveriam ser comum a todos.

Em síntese, a solução para vivermos em um mundo melhor está em renovar as mentes e transformar as atitudes e intenções materialista que intrinsecamente inflamam o coração.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

O princípio do sucesso


As decisões de hoje são as responsáveis pela construção do amanhã
Por: Paulo Angelim

Quero chamá-lo a fazer um exercício de visualização.

Olhe para trás em sua jornada de vida, visualize decisões tomadas no passado e que até hoje repercutem em sua existência.

Permita-se fazer um balanço das várias decisões que tomou, em todas as dimensões da vida, e que lhe trouxeram conseqüências positivas ou negativas, sentidas e vividas até hoje.

Rapidamente você chegará a algumas conclusões.

Uma delas - talvez a mais importante - mostrará que você é produto das decisões que tomou.

Você foi, é e sempre será o responsável direto por sua vida.

Não adianta tentar transferir isso para terceiros, justificando que seu insucesso se deveu ao chefe, ao cônjuge, aos pais etc.

Se você se considera responsável por seus grandes feitos, por favor, seja coerente e também assuma suas pequenas ou grandes quedas.

Elas são suas. Mesmo que alguém tenha colocado o pé em seu caminho para fazê-lo tropeçar, ainda assim, a responsabilidade de olhar para onde anda é sua.

Se tivesse visto, talvez não tivesse tropeçado.

O bem-sucedido encara uma situação dessas e não diz "a culpa é dos boicotadores e sabotadores de plantão".

Pelo contrário, ele afirma: "já que eles existem, vou ficar mais atento por onde ando."

Eu sei que no desenvolvimento de suas decisões um sem-número de variáveis incontroláveis interferiu na dinâmica desse processo, o que talvez tenha alterado significativamente aquela sua intenção inicial, quando estava tomando a decisão de ir pelo caminho A ou B.

Mesmo assim, você sempre teve nas mãos o poder de fazer ajustes, recuar, corrigir rotas ou avançar mais rápido.

Ou seja, é certo que teve em mãos o poder de fazer escolhas - não ilimitadamente, é lógico!Partindo desse princípio, é fácil concluir que suas decisões de hoje serão as grandes responsáveis pela construção de seu amanhã.

Parece muito óbvio, mas é incrível como pessoas, quase inconscientemente, renegam essa verdade e expressam sua negação através de palavras como "tomara", "espero", "quem sabe", "Deus permita" e por aí vai. Sim, é lógico que não existem certezas em nossos planos.

Mas nem por isso podemos usar essa desculpa para justificar que não podemos, melhor dizendo, não devemos ser resolutos e determinados na busca de algo.

"Vou começar e ver no que vai dar" é discurso de derrotados, de frágeis perdedores.Não estou em busca de fórmulas mágicas que garantam alcançar o sucesso.

Essas fórmulas não existem. O imponderável é real, concreto e inexorável.

Também não adianta transferir para Deus a responsabilidade dos atos que são seus. Deus não é injusto. Ele não superprotege.

Ele não quer filhos débeis e frágeis, mas sim servos responsáveis. Em síntese, Deus entra nesse jogo dando-nos discernimento para fazermos as melhores escolhas, uma vez que nossa visão é limitada.

Mas as decisões ainda assim precisarão ser tomadas por você.Abra os olhos para assumir a responsabilidade intransferível de construir seu futuro de sucesso, de crescimento, de conquistas, através das escolhas que você tem de fazer hoje. Ore, e tome-as.Seu futuro bem-sucedido depende disso.

O dia é hoje. A hora é agora. Você é a pessoa.Paulo Angelim é consultor e palestrante, autor dos livros Morra e mude, Desenvolvimento profissional e Seja você o campeão em vendas.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

CURA E MORTE ESTÃO NA PALAVRA



A seqüência de textos de provérbios que estão transcritas a seguir tem um ponto em comum: o poder que emana do interior humano em razão de seus pensamentos, valores, sentimentos, humor e atitude.

Desse modo, o livro de Provérbios nos ensina que é do interior do homem que procedem a vida e a morte; e que ambas têm a ver com as construções do espírito, as quais têm na palavra a sua manifestação mais intensa de expressão e de poder.

Não se está falando da Palavra de Deus como revelação, mas da palavra do homem como fenômeno inerente à sua dimensão espiritual criadora de bem de mal.

Portanto, se está falando da energia interior, e que tem na palavra a sua manifestação mais explicita.

Se você der crédito ao que lerá poderá mudar de vida e entrar numa dimensão de proteção contra o mal [como prevenção], e de criação do bem como confissão do ser sincero no o que diz e almeja de bom.

Desse modo, veja o que em você existe pelo que de você procede.

†

A ansiedade no coração do homem o abate; mas uma boa palavra o alegra. Provérbios 12:25 – Assim o contraponto da ansiedade é a palavra que alegra e que esperança o ser.

O que despreza a palavra traz sobre si a destruição; mas o que teme o mandamento será galardoado. Provérbios 13:13 – Assim, há poder de prevenção do mal e de provocação do bem em toda palavra de sabedoria.


A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. Provérbios 15:1 – Assim, a palavra é o escudo do sábio que por ela desvia todo o furor que contra ele se levante.

O homem alegra-se em dar uma resposta adequada; e a palavra a seu tempo quão boa é! Provérbios 15:23 – Assim, usar a palavra para o que é bom acaba por ser a grande alegria daquele que cura pela boca.

O que atenta prudentemente para a palavra prosperará; e feliz é aquele que confia no Senhor. Provérbios 16:20 – Assim, a palavra de confiança e a confiança na palavra são os pavimentos de toda sadia prosperidade.


Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. Provérbios 25:11 – Assim, a palavra é ornamento que procede do coração e que tem o poder de embelezar a vida.

Toda palavra de Deus é pura; ele é um escudo para os que nele confiam. Provérbios 30:5 – A palavra pura, sem mentira, é de Deus; e é escudo para aquele que a usa em verdade.

[As palavras da sabedoria] são vida para os que as encontram, e saúde para todo o corpo. Provérbios 4:22 – Assim, a coerência com o mandamento da sabedoria harmoniza todo o ser e faz bem ao corpo, criando uma somatização de saúde.

Palavras suaves são como favos de mel, doçura para a alma e saúde para o corpo. Provérbios 16:23 – Assim, a boa palavra enternece o ser e, pela doçura, cura o que a fala e cura os que ouvem.

O coração alegre serve de bom remédio; mas o espírito abatido seca os ossos. Provérbios 17:22 – Assim, o pensar grato cria o remédio do coração, enquanto o pensar depressivo seca a alma.

Porque [palavras de sabedoria] são vida para os que as encontram, e saúde para todo o seu corpo. Provérbios 4:22 – Assim, palavra, vida e saúde não se separam.

Há palrador cujas palavras ferem como espada; porém a língua dos sábios traz saúde. Provérbios 12:18 – Assim, um mata e outro cura com o que diz.

Palavras suaves são como favos de mel, doçura para a alma e saúde para o corpo. Provérbios 16:23 – Assim seja!

†


Você fala?

O que fala?

Como fala?

Por que fala?

Pra quê fala?

Quando fala?

O que diz quando fala?

O que diz mesmo quando não fala?

O que você anda construindo com a boca?

Isto é sério!

Você crê?


Caio fabio

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

RELIGIÃO NÃO! ESPIRITUALIDADE SIM!

Em Jerusalém um amigo judeu de muitos anos, que já foi meu guia, mas que se tornou amigo mesmo [ele meu e eu dele], me disse que pastores brasileiros chegam lá, e, uma vez indagados por mim, dizem, entre outras coisas, que eu deixei a “religião cristã”.

Meu amigo judeu então lhes diz:

“Mas ele nunca acreditou em religião. Ele apenas sempre creu em espiritualidade, não em religião. E a espiritualidade na qual ele crê não é a dos cristãos, mas sim a de Jesus”.

Ora, depois chegam lá os crentes tapados querendo “evangelizar judeus”, sem nem mesmo saberem fazer distinções básicas, as quais, para muitos deles, como meu amigo, são sutilizas essenciais, especialmente para quem, em nome da religião cristã, sofreu milênios pelo crime religioso de os judeus terem entregue Jesus aos romanos para que esses o executassem; crime esse que até hoje é discutido, o qual, no curso dos tempos, colocou os judeus sendo “judiados” pelos cristãos de todos os modos e formas possíveis, culminando no holocausto da II Guerra.

De fato, meu amigo está certo. Sou discípulo da espiritualidade de Jesus e de nada mais.

Não sou discípulo da espiritualidade de Paulo e nem de nenhum dos apóstolos, mas sim de Jesus, única e exclusivamente de Jesus. É a partir de Jesus que vejo o que é e o que não é sadio até na espiritualidade dos apóstolos.

Espiritualidade, conforme já tenho dito em muitos livros e textos meus, é aquilo que perpassa a vida, de modo integral, como espírito que qualifica todas as percepções, interpretações, atitudes, e decisões de uma pessoa.

Meu amigo judeu entendeu isto, e tem seu coração aberto para mim e para o Evangelho. Entretanto, muitos cristãos [a maioria], à semelhança dos judeus que perseguiam Paulo por ele ter deixado a “religião judaica”, insistem em não entender o óbvio, apenas porque a ruptura que está estabelecida, agora, já não é mais de livros, textos e de conceitos, mas prática e histórica; e é isto justamente o que os tem apavorado.

No início, ouviam e pensavam: “São os estrebuchos do falido, do caído, do homem sob os escombros!...”

Mas agora que vêem milhares e milhares, e até seus filhos, esposas e netos enxergando o que eles se negam a ver, então, dizem: “Este homem está corrompendo a religião!”

Então, os mesmos que me perseguem por aí, muitas vezes me escrevem cartas de apelo, implorando que eu “volte”, e que pare de criar essa “divisão”.

Que divisão? Sim! Eu quero saber! Qual foi a divisão que eu criei?

O Evangelho só é divisão para os que se perdem, pois, todo aquele que o ama e nele crê, esse, quando o ouve, deixa tudo e diz “amém” à verdade.

Assim, aproveito para informar aos que já sabem, mas não querem admitir que sabem, que o “Caminho da Graça” tem cultos, reuniões, ceia, batismos, ordenações conforme os dons, envia pessoas, sustenta pessoas, e anuncia a Palavra; e faz tudo isso sem ser um movimento da religião, mas sim da espiritualidade segundo Jesus.

Jesus pregava, orava com doentes e oprimidos, ensinava o evangelho e anunciava a chegada do Reino de Deus; além de acolher pessoas, andar com elas, reuni-las e fazerem-nas sentirem-se irmãs umas das outras, e, sobretudo, deixando a elas claro que o maior poder de testemunho que teriam neste mundo viria exclusivamente da capacidade que tivessem de amarem-se umas às outras — “para que o mundo creia”.

Quando [logo depois de minha conversão] deparei com as implicações de Jesus ter sido sumo sacerdote segundo a ordem de Melquizedeque, ato continuo toda e qualquer força que a religião desejasse ter sobre mim, morreu...

Quem crê que Jesus é Sumo Sacerdote segundo uma ordem que transcende a religião de Abraão, crê, daí para frente, não mais em religião, mas apenas em espiritualidade em Cristo, conforme o Evangelho.

O “Cristianismo” é um ente histórico poluído e pervertido demais para ter qualquer poder de influencia de sal na terra.

Insistir nas Cruzadas Cristãs contra o mundo pagão, é ainda pior do que pregar o Islã, por exemplo; pois, pregar uma religião em nome de Maomé é coisa humanamente simples de entender, mas fazer a mesma coisa com Jesus é blasfêmia contra o ser de Jesus.

Desse modo, tudo o que Jesus faz e ensina nos evangelhos é o que nos concerne, e, sobretudo, Seu modo de ser, pois, é da observação de Seu modo de ser e andar que se tem, segundo Ele, a chance de em vendo-o, ver-se também o Pai.

Assim, alegremente reduzo-me a Jesus, e aceito os limites da infinita liberdade, e as contenções do amor, e as cadeias do regozijo, e a impotência dos milagres, e a fraqueza de se enfrentar o inferno apenas com a Palavra.

Isto, hoje, todavia, é loucura para o Cristianismo e escândalo para os Evangélicos!

Mas para todo aquele que crê, esta é a Raiz de Vida que põe seu espigão no cerne mais profundo do discípulo, dando a ele a essencial alegria e gozo no enfrentamento das tribulações que virão sobre todos os habitantes da terra.


Nele,


Caio

22/11/07